A final do corfebol adaptado, que teve lugar no Pavilhão do Oriente, em Moscavide, Lisboa, foi muito mais do que uma competição desportiva: foi uma verdadeira celebração da inclusão e do espírito de equipa.
O evento reuniu cinco equipas do corfebol adaptado nacional — Santa Casa da Misericórdia de Vila do Conde, AFID Lisboa, CCRAM, Cercipom e Creacil — que, ao longo da evento, protagonizaram jogos intensos e emocionantes.
A classificação final refletiu o empenho e a consistência demonstrados ao longo do torneio. A Santa Casa da Misericórdia de Vila do Conde conquistou o 1.º lugar, seguida do Creacil, que alcançou o 2.º lugar, e do Cercipom, que completou o pódio com o 3.º lugar. Ainda assim, mais do que as posições finais, destacou-se a atitude exemplar de todas as equipas participantes.
Dentro de campo cada equipa lutou por cada ponto, demonstrando empenho, concentração e vontade de vencer. No entanto, aquilo que verdadeiramente marcou esta final foi a forma exemplar como a competição caminhou lado a lado com o desportivismo.
Cada jogo foi igualmente uma oportunidade de celebração das capacidades, da superação e do prazer na práctica desportiva.
Esta final deixou bem vincada uma mensagem essencial: o corfebol é para todos. É uma modalidade inclusiva, onde as diferenças se transformam em força coletiva e onde cada participante tem um papel importante a desempenhar. O que se viveu no Pavilhão do Oriente foi a prova de que o desporto adaptado não é apenas competição — é inclusão, é amizade e é igualdade de oportunidades.
No final, mais do que vencedores ou vencidos, todos saíram a ganhar. Ganhou o corfebol, ganharam os atletas e ganhou o desporto enquanto espaço de união, respeito e partilha.
